A Irmã da Lua

A Irmã da Lua

A Irmã da Lua, de Lucinda Riley, é o quinto volume da série As Sete Irmãs e segue Tiggy D'Aplièse em sua busca por origens, entre as Terras Altas escocesas e a comunidade gitana de Sacromonte, na Espanha.

por Lucinda Riley

3.1/5
Editora: Editora Arqueiro

Sinopse

Sinopse da editora

Em A irmã da lua, quinto volume da série As Sete Irmãs, duas jovens separadas por um século têm suas vidas entrelaçadas numa emocionante história sobre fé, tradição, paixão e sobrevivência. Entre as filhas adotivas de Pa Salt, Tiggy D'Aplièse é conhecida como a instintiva e sensível. Envolvida em sua carreira na proteção de animais selvagens, ela não sabe se está preparada para seguir as pistas de suas origens, deixadas pelo pai. Ao aceitar um novo emprego nas belíssimas Terras Altas escocesas, Tiggy fica apaixonada pela remota propriedade, administrada pelo enigmático Charlie Kinnaird. O belo cirurgião cardíaco acabou de herdála e enfrenta problemas para reerguêla e transformála em um santuário para as espécies nativas. Em seu novo lar, Tiggy encontra o velho cigano Chilly, que altera totalmente seu destino. Ele conta que ela não só possui um sexto sentido, proveniente dos ancestrais, como há tempos foi previsto que ele a levaria até suas origens na Espanha, nas montanhas sagradas de Sacromonte, à sombra da magnífica Alhambra. Escrito com a notável habilidade de Lucinda para entrelaçar enredos emocionantes e nos transportar para épocas e lugares distantes, A irmã da lua é uma brilhante continuação para a aclamada série das Sete Irmãs, e uma leitura saborosa e reveladora.
[% offers %]


Resenha: vale a pena ler A Irmã da Lua, de Lucinda Riley?

O que a gente faz quando descobre que o instinto que sempre achamos nosso foi herdado de gente que nunca conheceu? É a pergunta que A Irmã da Lua, de Lucinda Riley, coloca no colo de Tiggy D'Aplièse sem pedir licença. Quinto volume da série As Sete Irmãs, o livro acompanha a filha adotiva de Pa Salt que sempre soube lidar melhor com animais selvagens do que com gente. Quando ela aceita um emprego numa propriedade remota nas Terras Altas escocesas, o que parecia uma fuga tranquila vira uma viagem de volta a origens que ela nem sabia que tinha.

Duas vidas, um século de distância: como a trama se arma

A estrutura é dupla, como já é tradição na série. No presente, Tiggy chega à propriedade de Charlie Kinnaird, cirurgião cardíaco que herdou um pedaço de terra que parece mais um santuário em ruínas do que uma fazenda funcional. A missão dele é transformar o lugar num refúgio para espécies nativas, e Tiggy é a pessoa certa para cuidar dos animais. Mas é ali que ela conhece Chilly, um cigano idoso que funciona como uma bússola humana apontando para Sacromonte, nas montanhas de Granada. Ele diz que reconhece nela um dom ancestral e que há tempos estava previsto que a guiaria de volta à Espanha.

No passado, a narrativa acompanha Lucía, uma jovem gitana que vive na comunidade de Sacromonte um século antes. A vida dela é feita de tradição, música e resistência contra um mundo que pressiona o povo cigano a se dissolver. As duas histórias correm paralelas e vão se encontrando em pontos que a autora revela no tempo certo.

O dom que vem de sangue: identidade e pertencimento

O livro coloca a intuição num lugar estranho. Não trata como misticismo barato, mas também não tenta explicar com psicologia. Tiggy tem um sexto sentido com animais e uma sensibilidade que ela mesma não entende, e a autora constrói isso como herança de linhagem, algo que passa de geração em geração sem pedir permissão. Funciona porque Riley não força a explicação: ela deixa você decidir se acredita ou se apenas aceita como parte da ficção.

O tema central é pertencimento. Tiggy é adotada, cresceu numa família de seis irmãs também adotivas, e nunca soube de onde veio. A viagem dela não é só geográfica, das Terras Altas para Granada. É a tentativa de responder a uma pergunta que muita gente adotada carrega: existe algo no sangue que nos puxa de volta para um lugar que nunca vimos?

A escrita de Lucinda Riley: acessível, mas sem ousadia

Riley escreve como quem sabe exatamente o que está fazendo. A linguagem é direta, o ritmo é constante, e as transições entre passado e presente são limpas. Ela não se perde em descrições longas demais, mas dá detalhe suficiente para que você sinta o frio das Terras Altas e o calor de Sacromonte. A prosa tem o conforto de um livro que sabe qual é o seu público e não tenta ser o que não é.

O problema é que esse conforto tem um preço. Riley prioriza o emocional e joga seguro. Se você procura romance histórico com mistério e já leu outros volumes da série, vai reconhecer o molde: mesma fórmula de duas timelines, mesma revelação gradual, mesma protagonista que descobre o passado da família. Funciona, mas não surpreende. A previsibilidade não chega a estragar a leitura, mas tira o peso de momentos que poderiam ter ido mais longe.

Para quem serve e quem deve pular

Serve para quem já acompanha os livros da série As Sete Irmãs e quer ver o que Pa Salt deixou para Tiggy descobrir. A mitologia da série avança, e há quem considere este um dos volumes mais emotivos. Também funciona para quem gosta de romance com dualidade de tempos e não se importa com um toque de espiritualidade no meio da história. Se você leu e gostou de A Irmã do Sol ou A Carta Secreta, da mesma Lucinda Riley, está no terreno certo.

Se você quer literatura densa, prosa experimental ou uma trama que te pegue de surpresa, pule. Riley escreve para emocionar, não para desafiar forma. Quem chega esperando algo mais ousado vai sair com a sensação de que comeu um prato gostoso mas sem tempero forte.

O veredito: custo e recompensa de mais um volume das Sete Irmãs

Vale a pena ler A Irmã da Lua se você já acompanha a série e quer ver Tiggy encontrar seu lugar entre as Sete Irmãs. O custo é baixo: a leitura corre solta, não exige esforço intelectual e entrega exatamente o que promete. A recompensa é proporcional. Não é o livro que vai te fazer repensar o gênero, mas cumpre o papel de te prender por algumas horas e te deixar curioso para o próximo volume. Para quem está no meio da jornada das irmãs D'Aplièse, é combustível suficiente para seguir em frente.

Garanta o seu exemplar: Adquira já o seu livro PDF na Amazon, Magazine ou Shopee.

Nossa Avaliação

3.1/5

Escrita
3.5/5
Originalidade
2.5/5
Recepcao
3.0/5
Ritmo
3.5/5

A prosa de Lucinda Riley é fluida e bem ritmada, com transições limpas entre as duas timelines. O ponto fraco está na previsibilidade: a fórmula de dualidade de tempos já é conhecida dos leitores da série e o livro não arrisca. A nota de recepção reflete o público cativo da série, sem dados externos de crítica.


Como avaliamos os livros?
COMPRE COM SEGURANÇA

Adquira agora o seu livro "A Irmã da Lua" mais barato nos links seguros abaixo. Você ajuda nosso site (podemos receber uma comissão pela sua compra) e não paga a mais por isso!

Perguntas frequentes

sobre o que é o livro a irmã da lua da lucinda riley

É o quinto volume da série As Sete Irmãs e acompanha Tiggy D'Aplièse, uma das filhas adotivas de Pa Salt, que aceita um emprego nas Terras Altas escocesas e descobre pistas sobre suas origens na comunidade gitana de Sacromonte, na Espanha.

a irmã da lua faz parte de série qual a ordem

Faz parte da série As Sete Irmãs, de Lucinda Riley, e é o quinto volume. Cada livro foca na história de uma das filhas adotivas de Pa Salt.

tem filme ou série da irmã da lua lucinda riley

Não. A Irmã da Lua não tem adaptação para cinema ou TV.

a irmã da lua é indicado pra quem tá começando a ler a série

Não é o ideal para começar. Quem já leu os volumes anteriores aproveita melhor as pistas deixadas por Pa Salt e a mitologia que se constrói ao longo da série.

pra quem é indicado o livro a irmã da lua

Para quem gosta de romance histórico com mistério e espiritualidade, e principalmente para quem já acompanha a série As Sete Irmãs.

Livro PDF "A Irmã da Lua"

Encontre o seu exemplar em um dos links abaixo e boa leitura! Diga não à pirataria, valorize quem escreve.

Compartilhar

Livros Relacionados

Atualizado em 22/08/2026

voltar ao topo